Sérgio Luciano
Uma combinação incomum
entendo como organizações funcionam (e travam), desenvolvo aplicações e automações para melhoria de processos e produtividade, e treino pessoas a se comunicar com mais consciência e a ouvir com mais qualidade

4 lentes
Costumo combinar mais de uma no mesmo desafio, porque mudança que ninguém adota não é mudança
O que não é dito
Apoio pessoas a ouvirem o que não é dito, porque é quase sempre o que mais importa
Sistemas organizacionais
Mapeio sistemas organizacionais e encontro onde a mudança realmente acontece
Onde o tempo e o dinheiro vazam
Encontro onde o tempo e o dinheiro vazam e estruturo o que precisa mudar
Aplicações e integrações
Desenvolvo aplicações e integrações que resolvem problemas reais de operação, do zero ou em cima do que já existe
Organizações travam menos por falta de ferramenta do que por problemas mal lidos: o que não entra na reunião, o processo que só existe no slide, a automação que ninguém pega no chão. Meu trabalho começa aí: entender o que é “perder tempo” para quem vive a rotina, antes de redesenhar fluxo ou escrever código.
Vinte anos entre armazém, sala de facilitação e construção de sistemas me deram o mesmo movimento: seguir o fio até a raiz, traduzir entre quem opera e quem decide, e entregar algo que fecha o ciclo, não só a apresentação.
Destaques do portfólio
Alguns projetos e entregas que mostram o mix de pessoas, processo e tecnologia
Como trabalho
Quatro fases: entender, mapear, escolher, transferir. Do significado na rotina até o que fica rodando depois. Sou generalista de propósito, útil quando o desafio exige integrar perspectivas, não encaixar num rótulo único
- Fase A
Entender…
o que o problema significa para quem vive o dia a dia, por exemplo o que é “perder tempo” para aquela pessoa.
- Fase B
Mapear…
o fio até dependências, atritos e o que não entra na ata, sem fechar diagnóstico no slide.
- Fase C
Escolher…
processo, produto, facilitação ou código: o que aguenta rotina, não moda.
- Fase D
Transferir…
fluxo claro, ferramentas estáveis e autonomia para a equipe sustentar a mudança sozinha.
O critério final é a mudança sentida como melhoria, não como ameaça.