Primeira conversa
Você me conta a situação. Eu pergunto onde ela aparece, quem é afetado e o que já foi tentado. Combinamos o que vamos olhar.
Método
Uma equipe pode pedir automação quando o problema é uma decisão sem dono. Pode pedir treinamento quando a regra está confusa. Pode pedir mediação quando é o fluxo que gera o conflito. Por isso começo entendendo a situação, não respondendo ao pedido.
Você me conta a situação. Eu pergunto onde ela aparece, quem é afetado e o que já foi tentado. Combinamos o que vamos olhar.
Converso com quem vive o problema e acompanho o trabalho real. Você recebe um retrato curto: onde o trabalho trava, por quê e o que vale mexer primeiro.
Faço a mudança junto com a equipe: uma conversa conduzida, um processo redesenhado ou uma ferramenta construída, conforme o diagnóstico.
Deixo a mudança funcionando, com responsável, documentação e um momento de revisão, e acompanho até ela se sustentar sem mim.
Quem espera, quem refaz, que decisão não chega e o que as pessoas fazem para o dia funcionar apesar do processo.
Responsabilidade sem dono, informação que não circula, regra contraditória, dependência de uma pessoa, conflito evitado ou ferramenta que não acompanha o trabalho.
Quem vai usar, manter e decidir. Uma solução que não cabe na rotina dessas pessoas não dura.
Muitas situações pedem mais de uma. Nesse caso, trabalho nas três ao mesmo tempo.
Exemplo: duas áreas que não se falam e se culpam pelos atrasos. A resposta é conversa: mediação, facilitação ou formação, para o desacordo virar decisão.
Exemplo: pedidos que voltam três vezes porque ninguém sabe quem aprova. A resposta é organizar: mapear o fluxo e definir responsáveis, regras e indicadores.
Exemplo: a equipe passa horas copiando dados entre planilhas. A resposta é construir ou integrar um sistema, depois que o processo está claro.
O trabalho não termina numa recomendação. Termina quando algo mudou na rotina.
Quando a situação pede conhecimento jurídico, pesquisa especializada, design ou mais engenharia, eu digo isso logo no começo e incluo essas pessoas no plano.
Próximo passo
Se uma situação atravessa pessoas, processo e tecnologia, podemos começar entendendo o que está acontecendo